Hotel Santa Teresa Rio MGallery by Sofitel reflete o charme de seu bairro

O Bar dos Descasados, um dos deliciosos ambientes do hotel Santa Teresa Rio MGallery

Chegar ao Rio de Janeiro pelo Aeroporto Santos Dumont é entrar pela porta da frente. A melhor introdução à capital carioca com a aterrissagem em meio às suas belezas naturais.

O lugar comum seria sair dali e ir direto às praias da zona sul. Ipanema e Copacabana são lindas e merecem a visita sempre que possível. Mas para quem quer fugir do óbvio e até mesmo do calor intenso, Santa Teresa é um convite para conhecer algo mais que as areias cariocas a apenas quinze minutos do aeroporto, na região central.

Bares, ateliês de artistas locais e pequenos restaurantes são comuns nos antigos casarões de arquitetura portuguesa do bairro. E por estar na montanha, as temperaturas chegam a dois graus a menos do que nas praias. Nada de estranho, então, é que cada vez mais visitantes prefiram se hospedar entre as tortuosas ladeiras da região.

O hotel Santa Teresa Rio MGallery é uma dessas possibilidades. São 44 quartos com design tropical e sofisticado, que levam à bela paisagem da Baía de Guanabara e do Centro da capital carioca através de suas grandes janelas. A arte viva no bairro também se manifesta entre as paredes desse histórico hotel, que expõe artistas que vivem no Rio, como os quadros de Deborah Engel sobre perspectiva que decoram o ambiente nos primeiros meses deste ano.

A viagem acontece dentro e fora do hotel. O famoso bondinho tem parada na porta do MGallery e leva os visitantes sobre os arcos da Lapa até os shows no Circo Voador e na Fundição Progresso, e até mesmo à Catedral São Sebastião do Rio de Janeiro. Esse trajeto dura dez minutos e a vista do percurso vale muito a pena, mostrando a capital carioca de diferentes ângulos.

Gastronomia sustentável

Alimentação saudável baseada nas PANCs

O restaurante Térèze é uma atração à parte do hotel. O chef uruguaio Esteban Mateu prioriza a cozinha natural, com o uso de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs). O polvo com folha de vinagreira e a pamonha da canastra com as folhas “azedinhas” são exemplos dessa deliciosa criatividade sustentável. Café da manhã, almoço e jantar são simples e, ao mesmo tempo, sofisticados, com ampla carta de vinhos e espumantes. Lá, a arte também se mistura. O fotógrafo Carlos Vergara traz na capa do cardápio uma foto da palavra “fome”, plantada com feijões pretos no algodão.

930
VISUALIZAÇÕES