As 10 melhores cidades brasileiras para abrir um negócio, segundo consultoria Goakira

Há poucas semanas, a consultoria de franchising Goakira divulgou os resultados de um estudo elaborado para elencar as dez melhores cidades brasileiras para abrir uma franquia. Trabalhando com dados do IBGE e das empresas Economapas e Geofusion, o levantamento estabeleceu dois indicadores: as taxas de crescimento da população e de crescimento da renda, medidas de 2010 a 2018.

Segundo Goakira, Maceió é a 3ª melhor cidade para abrir negócio

Praia de Pajuçara, em Maceió

Cruzando essas informações com o poder de compra dos habitantes de cada cidade, foi criado o ranking. “Avaliamos que, para ser considerada boa para investimento em franquias, uma cidade precisaria ter as taxas de crescimento de renda e de população positivas, pois isso indica que há população crescente e renda média domiciliar em alta”, explica Deborah Machado, consultora sênior da Goakira. “Os municípios que têm essas variáveis positivas não foram gravemente impactados pela crise ou estão em crescimento econômico”, completa.

Com esses critérios em mente e os dados em mãos, obteve-se o seguinte ranking:

1º – Rio de Janeiro (RJ)
2º – São Paulo (SP)
3º – Maceió (AL)
4º – Santo André (SP)
5º – Campo Grande (MS)
6º – Belo Horizonte (MG)
7º – Guarulhos (SP)
8º – Curitiba (PR)
9º – São Luís (MA)
10º – Campinas (SP)

O Rio ficou no topo impulsionado pelos indicadores de bairros como Barra da Tijuca e Ipanema. Em São Paulo, as taxas registradas em regiões como Itaim, Jardins, Morumbi e algumas “ilhas” de prosperidade na Zona Leste, como o Jardim Anália Franco, também turbinaram a posição da cidade neste ranking.

As maiores surpresas foram as posições conquistadas por Maceió, São Luís e Campo Grande. Cidades como essas, menos centrais e, consequentemente ainda com menos oferta de franquias para a população residente, representam grandes oportunidades para empreendedores. “Essas cidades têm um potencial fantástico para clínicas de odontologia, escolas de idiomas e negócios do segmento de fast food e de alimentação saudável, por exemplo”, opina a consultora.

Já para cidades mais “saturadas” como São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Curitiba, ela enxerga boas perspectivas para operações da área de beleza e bem-estar e para as lojas e serviços voltados ao mercado pet. “É visível que esse segmento está se sofisticando e se expandindo, acompanhando a mudança dos hábitos de consumo e do comportamento das pessoas que vivem nas grandes cidades”, diz Deborah Machado.

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