Bom de copo: O consumo inteligente do vinho tem grandes benefícios para saúde e longevidade

O Brasil consome muito pouco vinho. Estamos falando de apenas dois litros per capita/ano da bebida. E olhe que neste número está considerado o vinho de garrafão e os vinhos de mesa muito simples, que são líderes absolutos de venda.

Mas há um lado bom nessa informação: os jovens estão gostando de tomar vinho, seja como drinque, seja de forma descontraída, seja de forma clássica. Temos esperança no futuro. Afinal, o vinho ainda não encontrou espaço nas refeições familiares, que é o que precisa ser feito.

Para o leitor ter uma ideia dos volumes, consomem-se hoje no país 170 milhões de garrafas de vinho por ano. Mas se todos os 60 milhões de brasileiros que declaram beber ao menos duas garrafas de vinho anualmente bebessem uma taça por refeição, que é o que a classe médica recomenda, o consumo seria de 1,7 bilhão de garrafas/ano!

Para que isso aconteça, muita coisa precisa ser feita. Tirar a imagem de elitismo do vinho, oferecê-lo em taça em bares e restaurantes, promover e degustar vinho com os consumidores e, principalmente, informar os benefícios à saúde da ingestão cotidiana e parcimoniosa desta bebida. A recomendação médica de uma tacinha por refeição está apoiada em mais de dois mil estudos científicos.

Iniciativa Pró-Vinho

Para propor maneiras efetivas de elevar o consumo do vinho no Brasil nasceu a Pró-Vinho (www.provinho.org.br), que reúne diversos profissionais do setor, entre empresários, jornalistas e formadores de opinião. O grupo conseguiu colocar na mesma mesa, e com os mesmos interesses, as associações que representam os produtores de vinho brasileiro, os importadores, os supermercadistas e os donos de bares e restaurantes.

A iniciativa foi lançada em janeiro e tem reunido mensalmente os interessados para criar, sugerir e formatar ações que aproximem as pessoas do vinho. Vai vir muita coisa boa por aí… Afinal, consumir uma tacinha por refeição pode fazer as pessoas mais saudáveis e felizes.

Saúde!

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