À frente do Trump Central Park, Prince Sanders é o segredo do atendimento exemplar do hotel

Antes de ser o gerente geral do Trump International Hotel & Tower New York e um dos mais prestigiados executivos da hotelaria de luxo americana, Prince Sanders foi um bailarino muito talentoso, que participou de grandes companhias de balé, como a Joffrey, em Nova York.

Uma lesão o impediu de continuar dançando, mas ele não se curvou. Em busca de uma nova oportunidade, foi primeiro trabalhar em vendas e depois seguiu para a hotelaria. “Passei por todas as funções em hotéis e me redescobri no universo da hospitalidade. Foi também uma volta às minhas raízes, pois cresci em uma família que adora receber as pessoas”, disse Sanders em uma passagem recente por São Paulo, quando veio para falar das novidades do hotel.

Vista do hotel para o Columbus Circle e o Central Park. Foto: Divulgação

Depois de atuar em várias redes de luxo, Sanders ingressou no Trump Central Park em 2014, sendo promovido a gerente geral, em 2017, para cuidar do único hotel na América do Norte laureado com as 5 estrelas do Forbes Travel Guide e com o AAA Five Diamond, prêmio que se estende também ao restaurante Jean-Georges, que tem duas estrelas Michelin.

Carismático e comunicativo, ele imprimiu no classudo hotel, em frente ao Central Park, muito de sua energética personalidade. Seu time é treinado não apenas para recepcionar os hóspedes, mas para inspirá-los. “Como um artista, quero que minha performance seja impactante, como eu faria em uma aparição de quatro minutos no palco. Trago essa energia para minha equipe, nosso objetivo é fazer o hóspede se sentir especial”, afirma.

Prince Sanders assumiu o posto de gerente geral em 2017

Prince Sanders também foi o responsável pela recente reforma do hotel de 52 andares e 176 apartamentos – a maior parte deles com vistas espetaculares do Central Park e do skyline de Manhattan. Mais de US$ 20 milhões foram gastos nessa empreitada. “Criamos uma atmosfera mais jovem e moderna, substituindo o dourado, que imperava nos ambientes, por uma nova paleta de cores, mais discreta e agradável”. Segundo Sanders, os brasileiros são o sexto mercado mais importante, mas durante a baixa temporada, entre janeiro e março, ocupam o terceiro lugar.

“O Trump é uma espécie de pitstop para os brasileiros que vão esquiar, e que antes param em Nova York para compras, principalmente agora que foi inaugurada a loja de departamentos Nordstrom a apenas quatro quadras de distância”. A diária média anual do hotel é de US$ 700.

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